Os jovens hoje estão em crise. Porquê?

Saudações amigo leitor.
Foi pensando em si que decidi escrever este texto com o objectivo de trazer uma reflexão sobre a actualidade juvenil.
 

Estou certo de que ha bem pouco tempo deve ter visto ou ouvido falar sobre uma oportunidade de emprego onde mil (1000) ou mais candidatos disputam vinte (20) vagas de emprego. Acredito que terá se preocupado com o destino incerto dos não-admitidos no tocante ao afecto e sua integração social.
Nos dias que correm nas ruas e noutros locais é frequente deparar com jovens com aspecto de crise dada a falta de emprego ou pelo emprego mal remunerado. Nos casos gerais a crise é fruto da falta de emprego ou por existência de empregos que conferem baixas remunerações. Todavia, os jovens constituem a população mais preparada, formada, informada e educada mas também a faixa que tem mais desempregados. Que PARADOXAL!
Uma das razões da crise gerada pelo desemprego é que as empresas ou instituições para manter a produtividade ou melhor prestação de serviços, optam pelos mais experientes na hora de admitir novos trabalhadores. E porque a juventude representa a fasquia populacional menos experiente, nessa corrida tem menores chances para sua admissão.
Doutro lado, a crise é gerada pelos baixos salários e a exigência de altos níveis acadêmicos para o mercado de emprego.
Se comparada com as gerações anteriores (nós) a juventude contemporânea desfruta de vantagens educacionais mercê da expansão da rede escolar em todos os níveis mas, mesmo assim vive-se um paradoxo, onde observa-se um tempo de estudos cada vez mais alargado enquanto que há menos chances de disputar uma vaga de emprego.
Desconfortados, os jovens tem sido os principais protagonistas de revoltas populares ao redor do mundo exigindo melhores condições de vida, que passam pela sua aceitação no mercado laboral.
Na contemporaneidade, há tendência crescente do número de jovens em situação de crise; há uma mudança na forma como é feita a admissão dos trablhadores a um novo empego, inclusive como são remunerados. Por entender a gravidade e pelos níveis visivelemente altos e pela actualidade do tema, os jovens devem merecer uma permanente reflexão, priorizando aspectos como a educação, o emprego e o abrigo de modo que o bem estar tome o lugar da crise.                                                                                  Orquidio P. Sitoe ‘orquidiost.blogspot.com’


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